Tarot~~Espelho da Alma~~

ESPELHO DA ALMA*LINGUAGEM DA LUZ

quarta-feira, 2 de maio de 2012


A DANÇA NO FLUXO

As águas rolam e o caminho se mantém, me afasto e volto a dançar apenas pelo prazer de saber que terei de me afastar novamente e que isso não impede a minha volta,
Volto, volto, e volto-me a Oeste e a água imutável grandiosa e receptiva invoco,
Sei causo tristeza se me afasto mas nessa dança com minhas irmãs (estamos todas de mãos dados no circulo) se sabe que e´ necessária a fulga para se ter o regresso...
Que eu não me afaste em demasia e saiba sempre o caminho de voltar
E que... Seja sempre bem recebida na hora da volta...
A Deusa e´ tudo isso que peço...Do fundo do coração.
Gaia Lil

“Toda árvore possui por baixo da terra uma versão primeva de si mesma. Por baixo da terra, a árvore venerável abriga “uma árvore oculta”, feita de raízes vitais constantemente nutridas por águas invisíveis. A partir dessas radículas, a alma oculta da árvore empurra a energia para cima, para que sua natureza mais verdadeira, audaz e sábia viceja a céu aberto.
O mesmo acontece com a vida de uma mulher. Como a árvores, não importa em que condições ela esteja acima da terra, exuberante ou sujeira a enorme esforço... por baixo da terra existe “uma mulher oculta” que cuida do estopim dourado, aquela energia brilhante, aquela fonte profunda que nunca será extinta. “A mulher oculta” está sempre procurando empurrar esse espírito essencial em busca da vida... para cima, para que atravesse o solo cego e consiga nutrir seu eu a céu aberto e o mundo ao seu alcance. Seus períodos de expansão e reinvenção dependem deste ciclo.
Você já amou uma árvore? Se amou uma floresta ou uma árvore, sabe que existem árvores que, apesar de tudo o que tenha dado errado, conseguem enganar a todos – e sobrevivem para contar e ensinar seu admirável retorno à vida. É mais uma vez o estopim dourado.”(...)

Clarissa Pinkola Estés

A DANÇA NO FLUXO

As águas rolam e o caminho se mantém, me afasto e volto a dançar apenas pelo prazer de saber que terei de me afastar novamente e que isso não impede a minha volta,
Volto, volto, e volto-me a Oeste e a água imutável grandiosa e receptiva invoco,
Sei causo tristeza se me afasto mas nessa dança com minhas irmãs (estamos todas de mãos dados no circulo) se sabe que e´ necessária a fulga para se ter o regresso...
Que eu não me afaste em demasia e saiba sempre o caminho de voltar
E que... Seja sempre bem recebida na hora da volta...
A Deusa e´ tudo isso que peço...Do fundo do coração.
Gaia Lil

“Toda árvore possui por baixo da terra uma versão primeva de si mesma. Por baixo da terra, a árvore venerável abriga “uma árvore oculta”, feita de raízes vitais constantemente nutridas por águas invisíveis. A partir dessas radículas, a alma oculta da árvore empurra a energia para cima, para que sua natureza mais verdadeira, audaz e sábia viceja a céu aberto.
O mesmo acontece com a vida de uma mulher. Como a árvores, não importa em que condições ela esteja acima da terra, exuberante ou sujeira a enorme esforço... por baixo da terra existe “uma mulher oculta” que cuida do estopim dourado, aquela energia brilhante, aquela fonte profunda que nunca será extinta. “A mulher oculta” está sempre procurando empurrar esse espírito essencial em busca da vida... para cima, para que atravesse o solo cego e consiga nutrir seu eu a céu aberto e o mundo ao seu alcance. Seus períodos de expansão e reinvenção dependem deste ciclo.
Você já amou uma árvore? Se amou uma floresta ou uma árvore, sabe que existem árvores que, apesar de tudo o que tenha dado errado, conseguem enganar a todos – e sobrevivem para contar e ensinar seu admirável retorno à vida. É mais uma vez o estopim dourado.”(...)

Clarissa Pinkola Estés


LILITH

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A Verdadeira Rebelde Maior De Todas As Esferas.

A Verdadeira Senhora Da Verdadeira Independência.

A Verdadeira Senhora De Si Mesma.

A Verdadeira Desafiadora Da Celestialidade.

A Verdadeira Mulher Em Seu Aspecto Mais Libertador.

Esta É Lilith.

Rainha Lilith.

Suprema Lilith.

Onipotente Lilith.

Onipresente Lilith.

Onisciente Lilith.

A Grande Fêmea, ao recusar-se submeter aos caprichos dos mandos e desmandos viris, foi a primeira feminista da História Da Criação. Quando falo em feminismo aqui, não me atenho ao feminismo cri-cri dos dias atuais, nas quais certas mulheres se dizem “melhores do que os homens”. Os homens não são melhores do que as mulheres e as mulheres não são melhores do que os homens, esta é uma Verdade Das Mais Evidentes. Há para tudo um equilíbrio e, para que a Criação continue a Existir e a Insistir Em Si Mesma, Tudo Tem Que Estar Equilibrado Na Balança Existencial. Ao recusar-se a ser obediente, Lilith queria apenas Igualdade, Verdadeira Igualdade, para com o homem. Elohim, no entanto, baniu-a das Altas Esferas, Ele, não podendo aceitar tal Rebelde Ser, enviou-a para bem longe de Si e de Adam, para o qual moldou, então, Heve, e a Humanidade assim nasceu da bondosa e dedicada esposa de Adam... E é por isso mesmo que a Humanidade veio a corromper-se totalmente; interpretando Lilith como O Princípio Libertador Do Ser, podemos concluir que sua expulsão do Ato Gerador Da Humanidade desta retirou a independência requerida para que não se precisasse abaixar a cabeça para qualquer Elohim ou qualquer Deus abaixo Dele.

Lilith é, como Princípio, A Liberdade Requerida Pelo Ser Que Quer Despertar Para A Criação. Afora a lenda judaica, a melhor, em minha opinião, para definir-Lhe as origens, correntemente se tem associado Lilith apenas às mais aberrantes práticas sexuais. Não é correto assim pensar, pois há Faces de Lilith que não são conhecidas, A Grande Fêmea Da Criação,(...)O Ciclo Existencial, A Formação Das Coisas, As Raízes Libertantes, um Todo De Livres Caminhos, apresentado é ao olhar que Sabe Interpretar, Verdadeiramente Interpretar, tudo o que se esconde nas entrelinhas ocultas de cada coisa materialmente manifestada.

Árvore Construída...

Árvore Destruída...

A Não-Gravidez...

A Gravidez...

Ruínas...

O Fluxo Do Sangue Nas Veias Universais, notem no corpo Dela...

Sangue, O Líquido Vital...

Sangue, O Líquido Imortal...

Sangue, O Líquido Universal!

Como não Ver em Lilith uma das Faces da Mulher Universal, uma das Faces Da Mãe Da Criação?

Melissas


Segundo a mitologia grega, Melissa foi a mulher que amamentou Zeus com o néctar colhido das flores, quando ele era apenas um bebê. Depois de sua morte, Melissa foi transformada na Abelha–rainha como uma forma de gratidão. Também eram conhecidas como Melissas as sacerdotisas que cuidavam dos templos das Deusas Deméter, Ártemis e Afrodite. (Faur. Mirella)
Provavelmente, estas sacerdotisas receberam este nome pela curiosa mania de cantar enquanto trabalhavam. As abelhas nos ensinaram que, ao trabalhar cantando, podemos transformar néctar em mel e desta alquimia obter um elixir curativo e saboroso. Assim Melissas são as sacerdotisas cantoras do grupo de mulheres Teia de Thea. Ao resgatar seus dons criativos, elas compuseram canções devocionais para o Feminino, no arquétipo de diversas Deusas de diferentes tradições, porém todos reflexos sagrados da Grande Mãe.

terça-feira, 1 de maio de 2012


Zen Tarot Card
Coragem

A semente não pode saber o que lhe vai acontecer, a semente jamais conheceu a flor. E a semente não pode nem mesmo acreditar que traga em si a potencialidade para transformar-se em uma bela flor. Longa é a jornada, e sempre será mais seguro não entrar nessa jornada, porque o percurso é desconhecido, e nada é garantido. Nada pode ser garantido. Mil e uma são as incertezas da jornada, muitos são os imprevistos -- e a semente sente-se em segurança, escondida no interior de um caroço resistente. Ainda assim ela arrisca, esforça-se; desfaz-se da carapaça dura que é a sua segurança, e começa a mover-se. A luta começa no mesmo momento: a batalha com o solo, com as pedras, com a rocha. A semente era muito resistente, mas a plantinha será muito, muito delicada, e os perigos serão muitos.

Não havia perigo para a semente, a semente poderia ter sobrevivido por milênios, mas para a plantinha os perigos são muitos. O brotinho lança-se, porém, ao desconhecido, em direção ao sol, em direção à fonte de luz, sem saber para onde, sem saber por quê. Enorme é a cruz a ser carregada, mas a semente está tomada por um sonho, e segue em frente.

Semelhante é o caminho para o homem. É árduo. Muita coragem será necessária.
Osho Dang Dang Doko Dang Chapter 4

Comentário:
Esta carta mostra uma pequena flor silvestre que enfrentou o desafio das rochas, das pedras em seu caminho, para aflorar à luz do dia. Envolta em brilhante aura de luz dourada, ela exibe a majestade do seu pequenino ser. Sem nenhum constrangimento, equipara-se ao sol mais brilhante.
Quando nos defrontamos com uma situação muito difícil, há sempre uma escolha: podemos ficar repletos de ressentimentos e tentar encontrar alguém ou alguma coisa em que pôr a culpa pelas nossas dificuldades, ou podemos enfrentar o desafio e crescer.
A flor nos mostra o caminho, na medida em que a sua paixão pela vida a conduz para fora da escuridão, para o mundo da luz. Não há nenhum sentido em se lutar contra os desafios da vida, ou tentar evitá-los ou negá-los. Eles estão aí, e se a semente deve transformar-se na flor, precisamos passar por eles. Seja corajoso o bastante para transformar-se na flor que você foi feito para ser.

Deusa Ix Chel

Ix Chel era a deusa Maia da Cura. Também chamada de Deusa da Lua, da Fertilidade, da Procriação e das Profecias. E também de Deusa do Arco-íris.
Ix Chel era venerada na América Central e na Ilha das Mulheres, na península de Yucatan, no México.
Conta o mito, que um Deus poderoso chamado Itzama, criou o mundo e se casou com Ix Chel. Dessa união nasceram os deuses Yum Kaax, deus do Milho, e Ek Chuah, deus da Guerra. Suas filhas eram as deusas das águas, da noite e do paraíso.
É representada na figura de uma anciã derramando um jarro cheio de água sobre a terra ou também na figura de uma linda e sedutora mulher.
O templo de Ix Chel ficava na ilha Dcuzamil, da província de Ecab, hoje Cuzumel. Muitos peregrinos acorriam ao templo de Ixtel não só em busca de proteção tanto na gravidez quanto no parto mas também em busca de previsões sobre o futuro ou de uma cura física.
A libélula é seu animal especial. Ainda de acordo com o mito, quando Ix Chel foi quase morta pelo avô, por tornar-se amante do Sol, uma libélula cantou sobre ela até que se recuperasse.
fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

08/11/2011

Deusa Ixchel

As artes da música, da cerâmica e da caça foram colocados sob a proteção do Sol, enquanto que a gravidez, o parto, as colheitas e a tecelagem eram da alçada da Lua. Paradoxalmente, vemos no códice esta figurada em suas manifestações hostis e negativas e até destrutivas. Ixchel é entre outras, a deusa das inundações e aparece também, como uma velha colérica, cercada de símbolos fúnebres, uma serpente enrolada sobre o seu crânio, ossadas esparsas e fixas sobre uma saia e garras de rapina à guisa de unhas. O nascimento, a morte...., dois traços ambivalentes, mas que sempre fizeram parte do pensamento indígena.
A deusa Ixchel foi adorada pelos maias da península do Yucatã, em Cozumel, sua ilha sagrada. A deusa da Lua e da Serpente ajuda a assegurar a fertilidade pelo fato de segurar o vaso do útero de cabeça para baixo, de modo que as águas da criação possam estar sempre jorrando. Ixchel também é deusa da tecelagem, da magia, da saúde, da cura, da sexualidade, da água e do parto. A libélula é seu animal especial. Quando ela quase foi morta pelo avô por tornar-se amante do Sol, a libélula cantou sobre ela até que se recuperasse.
O símbolo desta deusa é o vaso emborcado do infortúnio. Sobre sua cabeça repousa uma serpente mortífera, suas mãos e pés têm garras afiadas de animais e seus traje é adornado com as cruzes feitas de ossos, emblema da morte.
Diferentes representações de Ixchel
"A essência feminina, quando é comentada, não é mais a essência feminina".
Para as mulheres, a vida é cíclica. No curso de um ciclo completo que corresponde à revolução lunar, a energia da mulher cresce, brilha totalmente e míngua outra vez. Essas mudanças as afetam tanto na sua vida física quanto sexual e psíquica. Se uma mulher quiser viver em harmonia com o ritmo de sua própria natureza, ela deverá submeter-se à ela.
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Ixchel, a deusa da Lua
Em todas as épocas e por toda parte, os homens têm concebido uma Grande-mãe que zela pela humanidade lá do céu. Este conceito pode ser encontrado em praticamente toda a religião e mitologia cujos conteúdos tenham chegado ao nosso conhecimento.
Os maias elegeram Ixchel como sua poderosa Mãe e deusa da Lua. Os mitos da deusa lua e suas características protegem uma verdade que nada mais é do que a realidade subjetiva interior da psicologia feminina.
No passado e nos nossos dias, a Lua representa a imagem do princípio feminino, que é uma função tanto do homem quanto da mulher.
Visualiza-se Ixchel como a Mãe-Lua que mergulha neste tempo e lugar trazendo das estrelas as energias de nossos antepassados. Apresenta-se coroada com serpentes, carregando objetos de rituais tais como, o espelho e plantas sagradas. 
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Arquétipo de provedora da fertilidade
A Lua é uma força fertilizadora de muita eficácia. Faz as sementes germinarem e as plantas crescerem, mas seu poder não termina aqui, pois sem sua ajuda os animais não poderiam gerar filhotes e as mulheres não poderiam ter filhos.
Como o bem-estar de uma tribo pequena depende primeiro de seu contingente humano e, segundo, de seu suprimento de alimentos, imaginem a importância que se reveste a adoração da deusa da Lua.
A Senhora da Lua senta-se sobre ela, enquanto percorre suas fases.
A Lua está diretamente associada aos mistérios da menstruação e aos ciclos da vida humana. Ixchel carrega seu coelho da fertilidade e da abundância.
O coelho sempre foi um amuleto muito estimado e é extremamente poderoso se o coelho tiver sido pego em um cemitério durante a lua cheia. Mas porque um coelho?
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A lua cheia dá a chave do mistério. As marcas que visualizamos a olho nu na Lua são conhecidas como "a marca da lebre".
O Coelho da Páscoa contém um simbolismo que se aproxima dessas ideias. A Páscoa era originariamente uma festa da lua.
Ixchel é a árvore da vida, provedora da fertilidade que garante a continuidade da vida, tanto animal quanto vegetal e humana.
Esta deusa detêm os mistérios da vida e da sexualidade feminina. Ela é deusa do amor, mas não do casamento.
É protetora das mulheres e das crianças. O leite nutritivo flui dos seus seios e o sangue sagrado da vida flui do seu útero. (Códice Madri).
Arquétipo da Vida e da morte
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A deusa da Lua, assim, tanto como provedora da vida e da fertilidade era também, controladora dos poderes destrutivos da natureza, portanto, deusa da morte.
Para nossa mentalidade ocidental é quase impossível conceber um deus que seja ao mesmo tempo gentil e cruel, criador e destruidor. Mas para os adoradores da deusa da Lua não havia contradição, pois ela vivia em fases, manifestando em cada uma delas suas qualidades peculiares.
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Na fase do mundo superior, correspondente à lua brilhante, ela é boa e gentil. Na outra fase, correspondente a lua escura, ela é cruel, destrutiva e má. Assim, a deusa nos mostra primeiro sua face benéfica e depois seu aspecto raivoso.
Ixchel é a Grande-Mãe maia da Vida e da Morte. Na imagem ao lado ela derrama as águas da vida do seu jarro de ventre sobre todos nós. Ixchel, também é a dona dos ossos e das almas dos mortos. Sua festa é realizada em 1 de novembro, Dia dos Mortos. (Códice Dresden)
A teia de Ixchel
Ixchel, tecelã da teia da vida vem até nós para dizer que é hora de nos tornarmos mais criativas, deixarmos fluir a energia da criação e da ousadia. Crie a obra da sua vida, seja pintando um quadro ou tendo um filho, ou até plantando sua primeira árvore.
A criatividade é alimento, costura os rasgos da nossa vitalidade, é cura imediata. É sangue que nutri e nos faz felizes e saudáveis. Portanto, pare agora e se dê um tempo para ser criativa, tecelã de sua teia da vida.
Procure aquelas aquarelas esquecidas no armário da garagem e pinte o 7, ou até talvez um quadro para sua sala de visitas. Se não ficar muito bom, coloque na sala da TV, mas ponha toda sua energia de artista para fora. Não sabe pintar? Tudo bem, então dance ou cante, escreva um romance, ou uma singela poesia. Explore também sua sexualidade e espere seu amado com uma roupa nova e o cabelo arrumado. Tente ser feliz por um dia. Não deixe que nada a detenha, nem que a chamem que um pouco alegre demais. Não faça caso, crie da maneira que achar mais apropriada para você.
Você se sente tolhida na sua criatividade, por que acha que os outros são melhor que você? Pois saiba que ninguém é igual a você. Para de achar motivos para descobrir razões para não criar. Ixchel diz que a totalidade é satisfeita quando você abre seu coração para a criatividade e a vivencia.
É através da nossa conexão com o divino que nós encontramos maneiras de superarmos nossos medos e nos relacionaremos melhor com o mundo como um todo. Abrir-se para a beleza e a magia da Grande-Mãe, observando cada detalhe de sua Criação, nos fará entender as mudanças pelas quais também passamos. Este é o alimento que nutrirá nossa espiritualidade.
Eu faço fios de energia na teia da criação
Onde nada existia antes do vazio para o mundo eu fio criando a vida a partir da minha mente a partir do meu corpo a partir da minha consciência do que precisa existir
Agora existe algo novo e toda a vida é alimentada.
Ixchel, a deusa da Lua maia.
Fonte do texto e foto:
fonte do poema:http://grandetemplodeusasedeuses.blogspot.com/search/label/%C2%BA%20Ixchel

26/10/2011

Deusa Ix Chel

Ix Chel, Deusa Maia.
Homenageava-se Ix Chel, a deusa Maia da Cura, também chamada de Deusa da Lua, da Fertilidade, da Procriação e das Profecias. E também de Deusa do Arco-íris.
Ix Chel era venerada na América Central e na Ilha das Mulheres, na península de Yucatan, no México.
Conta o mito, que um Deus poderoso chamado Itzama, criou o mundo e se casou com Ix Chel. Dessa união nasceram os deuses Yum Kaax, deus do Milho, e Ek Chuah, deus da Guerra. Suas filhas eram as deusas das águas, da noite e do paraíso.
É representada na figura de uma anciã derramando um jarro cheio de água sobre a terra ou também na figura de uma linda e sedutora mulher.
O templo de Ix Chel ficava na ilha Dcuzamil, da província de Ecab, hoje Cuzumel. Muitos peregrinos acorriam ao templo de Ixtel não só em busca de proteção tanto na gravidez quanto no parto mas também em busca de previsões sobre o futuro ou de uma cura física.
A libélula é seu animal especial. Ainda de acordo com o mito, quando Ix Chel foi quase morta pelo avô, por tornar-se amante do Sol, uma libélula cantou sobre ela até que se recuperasse.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

23/09/2011

Deusa Ix Chel

Deusa Maia.
imageHomenageava Ix Chel, a deusa Maia da Cura. Era também chamada de Deusa da Lua, da Fertilidade, da Procriação e das Profecias. E também de Deusa do Arco-íris.
Ix Chel era venerada na América Central e na Ilha das Mulheres, na península de Yucatan, no México.
Conta o mito, que um Deus poderoso chamado Itzama, criou o mundo e se casou com Ix Chel. Dessa união nasceram os deuses Yum Kaax, deus do Milho, e Ek Chuah, deus da Guerra. Suas filhas eram as deusas das águas, da noite e do paraíso.
É representada na figura de uma anciã derramando um jarro cheio de água sobre a terra ou também na figura de uma linda e sedutora mulher.
O templo de Ix Chel ficava na ilha Dcuzamil, da província de Ecab, hoje Cuzumel. Muitos peregrinos acorriam ao templo de Ixtel não só em busca de proteção tanto na gravidez quanto no parto mas também em busca de previsões sobre o futuro ou de uma cura física.
A libélula é seu animal especial. Ainda de acordo com o mito, quando Ix Chel foi quase morta pelo avô, por tornar-se amante do Sol, uma libélula cantou sobre ela até que se recuperasse.
texto e fonte: Agenda Esotérica

29/06/2011

Deusa Ixchel

Acredito que o texto seja da Rosane Volpatto.
Eu faço fios de energia na teia da criação
Onde nada existia antes do vazio para o mundo eu fio criando a vida a partir da minha mente a partir do meu corpo a partir da minha consciência do que precisa existir
Agora existe algo novo e toda a vida é alimentada.
A deusa Ixchel foi adorada pelos maias da península do Yucatã, em Cozumel, sua ilha sagrada. A deusa da lua e da Serpente ajuda a assegurar a fertilidade pelo fato de segurar o vaso do útero de cabeça para baixo, de iodo que as águas da criação possam estar sempre jorrando. Ixchel também é deusa da tecelagem, da magia, da saúde, da cura, da sexualidade, da água e do parto. A libélula é seu animal especial. Quando ela quase foi morta elo avô por tornar-se amante do Sol, a libélula cantou sobre ela até que se recuperasse.
DIFERENTES REPRESENTAÇÕES DE IXCHEL
"A essência feminina, quando é comentada, não é mais a essência feminina".
Para as mulheres, a vida é cíclica. No curso de um ciclo completo que corresponde à revolução lunar, a energia da mulher cresce, brilha totalmente e míngua outra vez. Essas mudanças as afetam tanto na sua vida Bica quanto sexual e psíquica. Se uma mulher quiser viver em harmonia com o ritmo de sua própria natureza, Ia deverá submeter-se à ela.
IXCHEL A DEUSA DA LUA
Em todas as épocas e por toda parte, os homens têm concebido uma Grande-mãe que zela pela humanidade lá do céu. Este conceito pode ser encontrado em praticamente toda a religião e mitologia cujos conteúdos tenham chegado ao nosso conhecimento. Os maias elegeram Ixchel como sua poderosa Mãe e deusa da Lua. Os mitos da deusa lua e suas características protegem uma verdade que nada mais é do que a realidade subjetiva interior da psicologia feminina. No passado e nos nossos dias, a Lua representa a imagem do princípio feminino, que é uma função tanto do homem quanto da mulher.
Visualiza-se Ixchel como a Mãe-Lua que mergulha neste tempo e lugar trazendo das estrelas as energias de ossos antepassados. Apresenta-se coroada com serpentes, carregando objetos de rituais tais como, o espelho e Mantas sagradas.
ARQUÉTIPO DE PROVEDORA DA FERTILIDADE
A Lua é uma força fertilizadora de muita eficácia. Faz as sementes germinarem e as plantas crescerem, mas eu poder não termina aqui, pois sem sua ajuda os animais não poderiam gerar filhotes e as mulheres não poderiam ter filhos. Como o bem-estar de uma tribo pequena depende primeiro de seu contingente humano e, segundo, de seu suprimento de alimentos, imaginem a importância que se reveste a adoração da deusa da Lua.
A Senhora da Lua senta-se sobre ela, enquanto percorre suas fases. A Lua está diretamente associada aos mistérios da menstruação e aos ciclos da vida humana. Ixchel carrega seu coelho da fertilidade e da abundância.
O coelho sempre foi um amuleto muito estimado e é extremamente poderoso se o coelho tiver sido pego em um cemitério durante a lua cheia. Mas porque um coelho? A lua cheia dá a chave do mistério. As marcas que visualizamos a olho nu na Lua são conhecidas como "a marca da lebre". O Coelho da Páscoa contém um simbolismo que se aproxima dessas ideias. A Páscoa era originariamente uma festa da lua.
Ixchel é a árvore da vida, provedora da fertilidade que garante a continuidade da vida, tanto animal quanto vegetal e humana. Esta deusa detêm os mistérios da vida e da sexualidade feminina. Ela é deusa do amor, mas não do casamento. É protetora das mulheres e das crianças. O leite nutritivo flui dos seus seios e o sangue agrado da vida flui do seu útero. (Códice Madri).
ARQUÉTIPO DA VIDA E DA MORTE
A deusa da Lua, assim, tanto como provedora da vida e da fertilidade era também, controladora dos poderes destrutivos da natureza, portanto, deusa da morte. Para nossa mentalidade ocidental é quase impossível conceber um deus que seja ao mesmo tempo gentil e cruel, criador e destruidor. Mas para os adoradores da deusa da Lua não havia contradição, pois ela vivia em fases, manifestando em cada uma delas suas qualidades peculiares. Na fase do mundo superior, correspondente à lua brilhante, ela é boa e gentil. Na outra fase, correspondente a lua escura, ela é cruel, destrutiva e má. Assim, a deusa nos mostra primeiro sua face benéfica depois seu aspecto raivoso.
Ixchel é a Grande-Mãe maia da Vida e da Morte. Na lâmina acima ela derrama as águas da vida do seu jarro de ventre sobre todos nós. Ixchel, também é a dona dos ossos e das almas dos mortos. Sua festa é realizada em 1 de novembro, Dia dos Mortos. (Códice Dresden)
Ixchel é com certeza, a Grande-Mãe maia. Encera em si as qualidades de seu marido Kinich Ahau, "Rosto do Sol", que se confundia com Itzamna, o Céu propriamente dito, pois era a sua manifestação diurna, por oposição a sua imagem noturna. Ele era representado sob os traços de um velho sábio. Todos nós seres humanos possuímos os princípios femininos (anima) e masculinos (animus) dentro de nossos psiques. E, como Jung claramente já demonstrou, os deuses são forças que funcionam separadamente da vontade consciente do homem e cuja ordem ele precisa se curvar.
A TEIA DE IXCHEL
Ixchel, tecelã da teia da vida vem até nós para dizer que é hora de nos tornarmos mais criativas, deixarmos fluir a energia da criação e da ousadia. Crie a obra da sua vida, seja pintando um quadro ou tendo um filho, ou até plantando sua primeira árvore. A criatividade é alimento, costura os rasgos da nossa vitalidade, é cura imediata. É sangue que nutri e nos faz felizes e saudáveis. Portanto, pare agora e se dê um tempo para ser criativa, tecelã de sua teia da vida. Procure aquelas aquarelas esquecidas no armário da garagem e pinte o 7, ou até talvez um quadro para sua sala de visitas. Se não ficar muito bom, coloque na sala da TV, mas ponha toda pua energia de artista para fora. Não sabe pintar? Tudo bem, então dance ou cante, escreva um romance, ou uma singela poesia. Explore também sua sexualidade e espere seu amado com uma roupa nova e o cabelo arrumado. Tente ser feliz por um dia. Não deixe que nada a detenha, nem que a chamem que um pouco alegre demais. Não faça caso, crie da maneira que achar mais apropriada para você.
Você se sente tolhida na sua criatividade, por que acha que os outros são melhor que você? Pois saiba que ninguém é igual a você. Para de achar motivos para descobrir razões para não criar. Ixchel diz que a totalidade é satisfeita quando você abre seu coração para a criatividade e a vivencia.
É através da nossa conexão com o divino que nós encontramos maneiras de superarmos nossos medos e nos relacionaremos melhor com o mundo como um todo. Abrir-se para a beleza e a magia da Grande-Mãe, observando cada detalhe de sua Criação, nos fará entender as mudanças pelas quais também passamos. Este é o alimento que nutrirá nossa espiritualidade.

HINO ÓRFICO À AFRODITE/ VÊNUS






MM! Como vocês estão hoje? Feriado com friozinho é gostoso. Vamos então a nossa postagem de hoje.


“Celeste (Urânia), iluste rainha de risada amorosa, nascida do mar, amante da noite, de um modo terrível; astuciosa, de quem a necessidade [Anankê] primeiro veio, senhora produtora e noturna, dama que a todos conecta; teu é este mundo para se unir com harmonia, pois todas as coisas brotam de ti, ó poder divino.


Os triplos Destinos [Moiras] são regidos por teu decreto, e todas as produções se rendem semelhantemente a ti: o que quer que os céus circundem e contenham, toda a produção dos frutos da terra, e o alto-mar tempestuoso, a ti o balanço confessa e obedece a teu aceno, o atendente terrível do brumal Deus [Baco]: Deusa do casamento, charmosa à visão, mãe dos Amores [Erotes], que se delicia em banquetes; fonte de persuasão [Peitho], secreta, rainha favorável, ilustremente nascida, aparente e não-vista: esposa, lupercal, e inclinada a homens prolíficos, a mais desejada, doadora de vida, gentil: a grande portadora do cetro dos Deuses, a quem os mortais em necessidade tendem a se juntar; e toda tribo de monstros selvagens horrendos em correntes mágicas amarras, através do desejo insano.


Venha, nascida em Chipre, e incline-se à minha prece, se exaltada nos céus tu brilhas, ou satisfeita com o templo em Síria presides, ou sobre as planícies egípcias teu carro guias, enfeitada de ouro; e perto dessa enchente sagrada, fértil e conhecida por fixar teu domicílio santificado; ou se rejubilando nos litorais cerúleos, próxima a onde o mar com seus rugidos espumantes ondula, os coros de mortais que circundam tuas delícias, ou as belas ninfas, com olhos de brilhante azul cerúleo, satisfeita com os bancos pardos reconhecidos de velhos, para dirigir teu rápido carro dourado de duas parelhas; ou se em Chipre com tua linda mãe, onde as mulheres casadas te louvam a cada ano, e as belas virgens se unem ao coro, o puro Adônis canta tua divindade; venha, toda atrativa, para a minha prece inclinada, a ti eu chamo, com mente sagrada e reverente.
Eu sou a Mãe de todos os seres vivos, a culminação da criação
Eu gero e nutro a vida em mim e tudo o que gerei e pari é bom, muito bom.
Eu me recuso carregar a vergonha do homem no meu corpo,
Eu me recuso perpetuar a fraqueza da mulher na minha vida.
Honre tudo o que foi diminuído, receba tudo o que lhe foi negado, pois no início de tudo existia somente a Mãe.
No primeiro dia criei a luz e a escuridão e elas dançaram juntas,
No segundo dia criei a Terra e a água e elas se tocaram entre si,
No terceiro dia criei as plantas e elas enraizaram e suspiraram,
No quarto dia criei as criaturas da terra, do mar e do ar e elas caminharam, nadaram e voaram,
No quinto dia minha criação aprendeu o equilíbrio e a colaboração,
No sexto dia celebrei a fertilidade de todos os seres,
No sétimo dia deixei espaço para o desconhecido,
No início de tudo existia somente a Mãe, a mãe criadora e nutridora de todos nós.
Honre tudo o que foi diminuído, receba tudo o que lhe foi negado.
E afirme: Eu sou mulher, eu sou boa, eu sou feliz!