Tarot~~Espelho da Alma~~
ESPELHO DA ALMA*LINGUAGEM DA LUZ
sábado, 20 de setembro de 2014
Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, a palavra flor tem origem no latim flōs, flōris, enquanto a palavra flora provém do latim Flora «Flora, deusa das flores». Flora – é uma deusa romana, cujo nome vem de flos, “flor”, derivado do Indo-Europeu bhlo-, “brilhar, florir”.
Ao observarmos a etimologia das duas palavras, podemos concluir que flora e flor possuem afinal o mesmo radical, logo, pertencem à mesma família de palavras.
Ao observarmos a etimologia das duas palavras, podemos concluir que flora e flor possuem afinal o mesmo radical, logo, pertencem à mesma família de palavras.
Flora, deusa da vegetação, é uma das mais antigas divindades romanas, fato perfeitamente de acordo com a importância da agricultura nessa civilização.
Mitologia Romana
Flora ensina-nos a honrar tudo o que cresce na natureza e no nosso interior. É uma deusa muito antiga para a qual Tito Tácio eregiu um altar em Roma. É a deusa que encarna toda a natureza e cujo nome se converteu na designação de todo o reino vegetal.
Em algumas povoações itálicas o mês de abril era consagrado à Flora. No dia 28 deste mês, em sua honra, se celebrava uns jogos chamados de Florália, que duravam até 3 de maio. Era tradicional a presença de cortesãs nestes cerimoniais. Durante estes festivais eram realizadas danças e ritos de fecundidade. Os romanos ornavam casas, ruas e templos com flores. Era época de muita alegria e regozijo na Roma Antiga.
Durante os festejos, jogavam-se sementes sobre a multidão para atrair a fertilidade e a abundância. Se faziam também, sacrifícios de ovelhas e os homens lhe ofertavam mel e sementes de flores.O mel era considerado um dos presentes que Flora tinha dado aos seres humanos. A abelha é um símbolo da potência feminina da natureza. Ela foi ligada, prioritariamente, a Deméter, Ártemis e Perséfone, sendo ainda representação da terra, de sua maternidade, de sua diligência modeladora, hábil e ininterrupta; por conseguinte, é a imagem da alma telúrica de Deméter na sua forma maia pura e elevada.
Nas Tesmofórias siracusianas, os participantes levavam os chamados "mülloi", bolos preparados com mel e gergelim no formato do órgão genital feminino. Em sua monografia sobre as abelhas, Menzel alude a um hábito indiano, que classificou como comum, que consistia em untar os genitais da noiva com mel, no dia do casamento. A "castidade" da Grande Mãe, isto é, o fato de esta ser independente do homem, é bem evidente, em especial na colônia das abelhas da Amazônia, em que somente a rainha é fecundada pelo macho, e apenas uma vez
As Deusas e os Deuses da Primavera
Já que estamos na primavera resolvi postar aqui um pouquiho sobre os Deuses e as Deusas que são cultuados nessa época do ano. A Primavera é tempo de celebração em muitas culturas. Sempre é a época do ano quando o ar fica mais fresco e as pessoas começam a respirar e a esperar pelo calor do verão.
Eostre (panteão nórdico) – Eostre ou Ostera é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos coloridos eram os símbolos da fertilidade e renovação a elaassociados.De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março
Cibele (panteão grego) – Deusa dos mortos, da fertilidade, vida selvagem, agricultura, leis e da Caçada Mítica. Em tempos antigos, Cibele era chamada de “A Mãe dos Deuses”. O grande Sófocles a chamava de “Mãe de Tudo”. Seu culto iniciou-se na Anatólia Ocidental e na Frígia, onde era conhecida como “A Senhora do Monte Ida”.
Flora (panteão romano) – Flora é a potência da natureza que faz florir as árvores e preside a “tudo que floresce”. Era honrada quer por populações itálicas não latinas como latinas. Esposa de Zéfiro e deusa das flores, na Grécia é chamada de Clóris.
Freya(panteão nórdico) – Deusa nórdica do amor e magia, condutora das almas para o mundo subterrâneo. Ela regia a fertilidade, a sexualidade, a Lua, o mar, a Terra, o mundo subterrâneo, o nascimento e a morte.
Osíris (panteão egípcio) – Os antigos Egípcios acreditavam que Osíris morria todos os anos no início da Primavera, quando era tempo de seca e de colheitas, para renascer no Outono, quando o nível das águas do Nilo baixava e se procediam às sementeiras.
Saraswati (panteão hindu) – Deusa da fala e da aprendizagem, é a criadora do Sânscrito, a língua dos Vedas. Ela é a consorte de Brahma, o criador e membro da trindade hindu. Ela é igualmente reverenciada pelos hindus, jainistas e pelos budistas. Ela é adorada no primeiro dia da Primavera, de acordo com calendário hindu, chamado Basant Panchami.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Mensagem de Setembro: Sinais de Fumaça
“Linguagem sagrada do céu, por favor, fale comigo. Você, que vive onde a Águia voa, Espírito que manifesta sob a forma do Povo-Nuvem, vinda do Fogo. Fumaça sarada, você me chama,l assinala meus desejos. Deixe-me voar para o céu, com um coração tão puro, que consiga voar, como a Águia, até as alturas em que você se encontra”.
(Jamie Sams)
Os Sinais de Fumaça é uma das formas de comunicação não-verbal que era utilizada pelo povo Nativo Americano. Esta forma de comunicação consistia em acender uma fogueira, que era abafada com um cobertor molhado, criando-se assim, nuvens de fumaça. Os sinais de Fumaça eram utilizados tanto para estabelecer uma comunicação com tribos distantes, como também para enviar as preces do povo ao Céu. Neste último caso, os Sinais de Fumaça eram a ponte entre o Céu e a Terra, sendo recebida pelo Povo-Nuvem, que encaminhava as preces ao Grande Mistério.
Aconselhamento: Os sinais de fumaça que lhe estão sendo enviados reclamam uma clara intenção. Se o seu propósito ou a sua direção na vida ficaram um tanto turvados, é chegado o momento de “fazer andar a sua palavra”. Os sinais que você envia para o mundo externo talvez estejam chamando uma atenção indesejada. Observe a forma pela qual você está se comunicando com o mundo e oriente-se no sentido de atrair somente o tipo de pessoas e experiências com as quais você deseja realmente conviver dentro de seu Espaço Sagrado.
Há mais uma mensagem, um lembrete, que lhe chega do Mundo dos Espíritos: se você começar a perder de vista os seus objetivos, ou não tiver clara intenção acerca daquilo que necessita, os seus Guias não conseguirão ajudá-lo nem atender aos seus pedidos. Um objetivo claro e definido lhe dará recompensas em todos os níveis e poderá acelerar o seu processo de crescimento. Tendo uma intenção clara em mente, você poderá remover as barreiras que o separam de uma ação decisiva e já terá, portanto, vencido uma metade da batalha.
Aconselhamentos retirados do livro "As Cartas do Caminho Sagrado", de Jamie Sams
ARCANO XX
A figura do vigésimo arcano mostra três pessoas no chão, rezando, e acima delas um anjo faz soar uma trombeta. É o Apocalipse cristão, o fim dos tempos, no qual os mortos sairão de seus túmulos. Essa carta simboliza a ressurreição, a regeneração. É a última e maior transformação pela qual passamos, o julgamento final, a última prova. A morte física, os ritos de passagem. Indica que nossas atitudes serão analisadas e que seremos julgado por nossos atos. Tem também o significado de um chamado divino ao qual temos de responder. Pode também representar o despertar espiritual.
Assim como a Fênix morre para ressurgir da própria cinza, alguma vezes também devemos morrer para renascermos.
Palavras-chave: vocação, chamado divino, cobrança ou recompensa pelos atos passados, segunda chance, fanatismo, fé vacilante, agitação, fim de ciclo, revelação, franqueza em relação aos próprios sentimentos, cura, ansiedade, decisão bem tomada grande despertar da consciência, profunda transformação, atomização, desintegração.
ARCANO XVIII – A LUA
Esta lâmina mostra em sua representação clássica (Tarô de Marselha) uma lua no céu guardada por dois cães. Abaixo da Lua, duas torres somem no horizonte. Em primeiro plano, encontramos um caranguejo parado na água. A Lua parece sugar a energia que vem da Terra. Assim como a sua luz não torna as imagens que vemos muito definidas, A Lua representa no Tarô as ilusões, tudo o que não é claro para nós. Apesar da Lua ser o regente de Câncer na astrologia, no Tarô ela está associada ao signo de Peixes. Tudo o que tira nossa mente do contato com a realidade, tudo aquilo que altera nossa consciência, como: drogas, álcool ou algum tipo de transe. Os cães na carta são os guardiões da Lua (nossos medos e inseguranças): eles estão prontos a destroçar qualquer um que tente passar por eles. No entanto, precisamos enfrentar esse perigo a fim de continuarmos em nossa caminhada.
Lembremos que as horas mais escuras da noite são aquelas que antecedem o amanhecer.
Palavras-chave: ilusão, entorpecimento dos sentidos, medo do que está além, abuso de álcool ou drogas, transe, alterações da consciência de um modo geral, intuição aguçada, superação dos próprios limites, angústia, magia.
Celebração do Dia
09 DE SETEMBO

Celebração na Irlanda de Flidais, a Senhora dos Cervos, deusa das florestas e dos animais selvagens que representava o instinto da liberdade e da procriação. Ela era descrita como uma mulher altiva e forte, conduzindo sua charrete puxada por oito cervos e chamando os animais da floresta de “seu gado”. Sua filha, Fland, vivia sob as águas e seduzia os homens, levando-os para seu reino escuro e frio.
As tribos dos índios Haida, do Alaska, reverenciavam Gyldeptis, a “Senhora dos Cabelos Longos”, uma deusa benevolente da floresta que, se devidamente invocada, protegia os lenhadores e passantes. Os índios acreditavam que os musgos e os liquens pendurados nos galhos dos cedros representavam os longos e fartos cabelos da Deusa.
Na Sardenha, homenageava-se Giane, a deusa tecelã da floresta com garras de metal e cabelos desalinhados. Enquanto tecia sua teia mágica, ela entoava canções de amor para atrair os homens. Se algum fizesse amor com ela, ficaria tão enfraquecido que morreria.
Te Veilat, na Albânia, festival da colheita dos frutos dedicado à deusa da colheita Laukamate ou Laukosargas, a guardiã dos campos e à Mãe Terra.
Festival dos crisântemos, na China e no Japão, celebrando com um vinho feito dessas flores, as deusas da longevidade Ame-no-uzume e Iwa-naga-hime. É uma data importante nesses países, onde a idade avançada é sinônimo de sabedoria. O crisântemo é cultivado no Japão há dois mil anos e aparece como emblema da bandeira nacional.
Deleite-se você também com esta antiga receita: despeje um vinho licoroso, aquecido, sobre duas dúzias de crisântemos, deixando-os em infusão até desmancharem. Coe e brinde à vida e às divindades da longevidade e sabedoria.
*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.

As tribos dos índios Haida, do Alaska, reverenciavam Gyldeptis, a “Senhora dos Cabelos Longos”, uma deusa benevolente da floresta que, se devidamente invocada, protegia os lenhadores e passantes. Os índios acreditavam que os musgos e os liquens pendurados nos galhos dos cedros representavam os longos e fartos cabelos da Deusa.
Na Sardenha, homenageava-se Giane, a deusa tecelã da floresta com garras de metal e cabelos desalinhados. Enquanto tecia sua teia mágica, ela entoava canções de amor para atrair os homens. Se algum fizesse amor com ela, ficaria tão enfraquecido que morreria.
Te Veilat, na Albânia, festival da colheita dos frutos dedicado à deusa da colheita Laukamate ou Laukosargas, a guardiã dos campos e à Mãe Terra.
Festival dos crisântemos, na China e no Japão, celebrando com um vinho feito dessas flores, as deusas da longevidade Ame-no-uzume e Iwa-naga-hime. É uma data importante nesses países, onde a idade avançada é sinônimo de sabedoria. O crisântemo é cultivado no Japão há dois mil anos e aparece como emblema da bandeira nacional.
Deleite-se você também com esta antiga receita: despeje um vinho licoroso, aquecido, sobre duas dúzias de crisântemos, deixando-os em infusão até desmancharem. Coe e brinde à vida e às divindades da longevidade e sabedoria.
*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.
Onda encantada del Caminante del Cielo
La Onda encantada del Sol de termina transformándonos en Humanos cósmicos. Ahora somos más amorosos y luminosos. Se termina también el primer castillo, el castillo rojo, las primeras 4 ondas encantadas en las que vibramos inicios, miramos al este para concretar intenciones.
Hoy, junto con la OE del Caminante, comienza también el castillo blanco, el siguiente grupo de 4 ondas encantadas en las que el refinamiento y la meditación se vuelven presentes y necesarios.
Esta es una Onda encantada roja, es decir que su comienzo (magnético), su poder (entonado), su expansión (solar) y su trascendencia (cósmico) vienen acompañados de sellos solares de color rojo, es decir, inicios, siembra de intentos, adquisición de nuevos conocimientos y nuevas líneas de acción, así comienza cada castillo, con la implantación mediante toda una Onda encantada, de una nueva vibración, en este caso, para refinar y detallar lo que venimos trabajando: Castillo blanco.
Este viaje espiral del Caminante es el ideal para re-conectarnos con el reino de lo sagrado, recordar que esta cualidad esta impresa en todo lo que existe y que no hace falta seguir a un gurú o acudir a un templo para encontrar nuestra propia sacralidad y descansar en ella. El Caminante camina hacia su propio cielo.
Lo sagrado se refiere al corazón y al espíritu. Si bien la mente también es sagrada al ser nuestra mejor herramienta de creación, es tan astuta que hasta de eso nos hace dudar, pero lo es, es un gran instrumento que al ser inspirado por la voz del corazón, todo cuanto de ella emana se sacraliza.
Vivir desde lo sagrado es vivir cotidianamente desde nuestro camino personal, elegido sin elegirlo, desde el corazón. Es rendirnos al Gran Espíritu, Cosmos, Ser supremo, (o como te guste llamarlo) como fuerza creadora, amorosa y envolvente encargada de todo, entonces comprendemos y sentimos que no es necesario cargar con esos "todos" que a veces asumimos como propios. Esa fuerza divina se hace cargo de nuestras mochilas más pesadas. Lo que nos toca es confiar, ceder, respirar profundo, para que lo sagrado se impregne en nuestros caminos.
Nadie puede decirte como conectar con tu propia sacralidad, qué rezar o qué visualizar; si bien hay lugares de más alta calidad vibratoria que otros, cualquier espacio puede despertar ese éxtasis de que estas en presencia de tu sagrado interior, ya sea el metro lleno de gente, la montaña o un templo. Y eso es lo que nos viene a recordar el Caminante del cielo. Todo, absolutamente todo, tiene la capacidad de despertar tu recuerdo de tu sagrado personal. Por eso es recomendable honrar y agradecer cada espacio, cada situación y cada cosa rara que en el camino aparezca.
Este nuevo inicio sucede en la luna lunar del desafío, mes en el que se están mostrando todas nuestras resistencias, nuestros obstáculos, los topes que nos ponemos para fluir. Se sincroniza además con la luna llena en Piscis, inicios iluminados y desde el descanso y la relajación. El Caminante nos enseña a disfrutar el camino y caminar sin prisas.
El propósito de esta Onda encantada es atraer lo sagrado. (Caminante del cielo magnético rojo, 8 sep) Unificar el camino para que nos conduzca no hacia, sino desde la versión sagrada de cada paso. Conectar con la energía del cielo y de la tierra para encontrar el centro seguro, divino que habita en cada uno. Irradiar la propia sacralidad. No hace falta creer, sino dejarse caminar por el camino en sí.
El reto es mantener la conciencia de que todo es sagrado (Mago lunar blanco, 9 sep). Si salimos del momento presente, la mente comienza a juzgarlo todo y entonces nos parece que algo (o todo) está mal. Ser receptivxs a lo sagrado resulta si nos regresamos una y otra vez al aquí y al ahora. Desde el presente, encantamos los espacios con nuestra energía rendida a lo sagrado.
Servimos con una visión activa, pro activa (Águila eléctrica azul, 10 sep). Una visión clara, una mente relajada y abierta es lo que queremos activar a través de nuestra meditación. No creerle todo pero si observarla todo el tiempo. Observar el mundo con la pantalla de lo sagrado nos puede hacer sentir esa conexión con él. Vincularnos con aquello que sabemos que nos conecta, nos ubica en la sacralidad de cada instante.
La forma de actuar o servir mejor es desde nuestra luz (Guerrero autoexistente amarillo, 11 sep), la cual ha sido renovada en esta Semana Santa que pasó junto con la OE del Sol. Y recordamos que es para compartirla, para iluminarnos a nosotros y a otros. Ser intrépidos y audaces, dejarnos llevar por la guía del Guerrero interno, levantar la voz o quitarnos del camino, lo que sea pero inspirados desde la inteligencia de lo sagrado.
Lo que nos conecta con nuestro poder personal y nos centra está aquí, en la Tierra que vivimos (Tierra entonada roja, 12 sep). No hay que ir a ningún sitio que no sea donde estamos para sincronizarnos y evolucionar. No hace falta mas que lo que ya tenemos para ser felices y seguir creciendo. Tu poder está en reconocer esto tan simple. Nada no nadie te conectará con tu propia evolución, sólo basta navegar tu camino en amor y aceptación de quien eres.
Nos organiza un poder superior (Espejo rítmico blanco, 13 sep). Es una elección personal rendirse y abrirse a un orden divino, es dejar entrar lo sagrado a su lugar propio, ceder los derechos del ego, al corazón. Así nos convertimos en Espejos que reflejan al cosmos, en canales limpios que simplemente se reconocen a si mismos como parte sagrada de la creación sagrada. Encuentra qué te da esa sensación de alineación con la divinidad y ríndete a ella.
Escuchar la voz del corazón, de la propia energía nos eleva a la vibración de lo sagrado (Tormenta resonante azul, 14 sep). No hacen falta más Tormentas para recordar quienes somos, hace falta resonar con lo que se presenta, tomar todo y exprimirle lo sagrado. Que todo nos puede llevar a una autogeneración y a la sanación de las heridas que aún están abiertas.
Integramos la luz que contenemos (Sol galáctico amarillo, 15 sep). Vamos a vibrar todo lo que pensamos, hablamos y hacemos, desde la luz y no desde el ego. Vamos a elevarnos a nosotros mismos pues! Es hora de generar armonía para vivir en vez de esperar que algo o alguien nos la proporcione. Llegó el momento de creer en nosotros mismos y en nuestra capacidad de iluminarnos. Todo se trata de amor, de compasión y de compartir. Deja que tu Sol brille.
Expande aquello que te nutre (Dragón solar rojo, 16 sep). Comparte lo que a ti te ha conectado con lo sagrado. Vamos a convertirnos en seres nutritivos para otros seres, a hacer crecer ideas nutritivas y recorrer nuestros caminos desde las ganas de vibrar alto. Dar entrada a nuevas experiencias ampliará nuestros espacios sagrados.
Respira lo sagrado a cada instante (Viento planetario blanco, 17 sep). Encuentra la calidad sagrada de cada cosa, conecta con la expresión perfecta de todo lo que hay. Hay un aliento divino que nos mantiene vivos y nos enseña que cada inhalación y exhalación son oportunidades de experimentar la perfección y la manifestación de nuestros deseos del corazón. Observa tu camino, hónralo y sigue recorriendo buscando la conciencia en cada respiración como la clave para permanecer aquí y ahora.
Lo que nos libera habita en nosotros mismos (Noche espectral azul, 18 sep). En realidad hay un mundo abundante de liberación y sólo basta con mirar adentro. Conectar con nuestros sueños nos vuelve libres y nos conecta a lo sagrado. Déjate ir a tu silencio interior y ahí encontrarás tu paz. No hace falta nada de afuera para conocer y amar tu adentro.
Cooperamos con la manada floreciendo nuestros dones (Semilla cristal amarilla, 19 sep). Desplegar todo lo que somos sin reservas es justo lo que nuestra comunidad necesita. Dedicar nuestra parte sagrada (o sea todo) a la manada nos eleva a todos. Somos la semilla individual que se conecta por la tierra y las raíces a una colectividad y si vibramos alto, elevamos la vibración de todos. Sigue sembrando sacralidad, atención, conciencia.
Trascendemos honrando nuestros trajes espaciales (Serpiente cósmica roja, 20 sep). Reconocer lo sagrado y perfecto de nuestros cuerpos como vehículos para esta experiencia, nos va a relajar y poner contentos! Escucha el mensaje del cuerpo: nada perdura salvo la eternidad que tú eres, la que habita este espacio. El cuerpo tiene vigencia, pero no el ser. Reconoce la fuerza vital que inspira cada respiración, que te manda por el camino que has elegido, que está ahí, sagrada, dando latidos en tu pecho, es la vida que te vive y es perfecta como es.
Buen viaje!
In Laakech
Hoy, junto con la OE del Caminante, comienza también el castillo blanco, el siguiente grupo de 4 ondas encantadas en las que el refinamiento y la meditación se vuelven presentes y necesarios.
Esta es una Onda encantada roja, es decir que su comienzo (magnético), su poder (entonado), su expansión (solar) y su trascendencia (cósmico) vienen acompañados de sellos solares de color rojo, es decir, inicios, siembra de intentos, adquisición de nuevos conocimientos y nuevas líneas de acción, así comienza cada castillo, con la implantación mediante toda una Onda encantada, de una nueva vibración, en este caso, para refinar y detallar lo que venimos trabajando: Castillo blanco.
Este viaje espiral del Caminante es el ideal para re-conectarnos con el reino de lo sagrado, recordar que esta cualidad esta impresa en todo lo que existe y que no hace falta seguir a un gurú o acudir a un templo para encontrar nuestra propia sacralidad y descansar en ella. El Caminante camina hacia su propio cielo.Lo sagrado se refiere al corazón y al espíritu. Si bien la mente también es sagrada al ser nuestra mejor herramienta de creación, es tan astuta que hasta de eso nos hace dudar, pero lo es, es un gran instrumento que al ser inspirado por la voz del corazón, todo cuanto de ella emana se sacraliza.
Vivir desde lo sagrado es vivir cotidianamente desde nuestro camino personal, elegido sin elegirlo, desde el corazón. Es rendirnos al Gran Espíritu, Cosmos, Ser supremo, (o como te guste llamarlo) como fuerza creadora, amorosa y envolvente encargada de todo, entonces comprendemos y sentimos que no es necesario cargar con esos "todos" que a veces asumimos como propios. Esa fuerza divina se hace cargo de nuestras mochilas más pesadas. Lo que nos toca es confiar, ceder, respirar profundo, para que lo sagrado se impregne en nuestros caminos.
Nadie puede decirte como conectar con tu propia sacralidad, qué rezar o qué visualizar; si bien hay lugares de más alta calidad vibratoria que otros, cualquier espacio puede despertar ese éxtasis de que estas en presencia de tu sagrado interior, ya sea el metro lleno de gente, la montaña o un templo. Y eso es lo que nos viene a recordar el Caminante del cielo. Todo, absolutamente todo, tiene la capacidad de despertar tu recuerdo de tu sagrado personal. Por eso es recomendable honrar y agradecer cada espacio, cada situación y cada cosa rara que en el camino aparezca.
Este nuevo inicio sucede en la luna lunar del desafío, mes en el que se están mostrando todas nuestras resistencias, nuestros obstáculos, los topes que nos ponemos para fluir. Se sincroniza además con la luna llena en Piscis, inicios iluminados y desde el descanso y la relajación. El Caminante nos enseña a disfrutar el camino y caminar sin prisas.
El propósito de esta Onda encantada es atraer lo sagrado. (Caminante del cielo magnético rojo, 8 sep) Unificar el camino para que nos conduzca no hacia, sino desde la versión sagrada de cada paso. Conectar con la energía del cielo y de la tierra para encontrar el centro seguro, divino que habita en cada uno. Irradiar la propia sacralidad. No hace falta creer, sino dejarse caminar por el camino en sí.
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| Viaje en espiral del Caminante del cielo |
Servimos con una visión activa, pro activa (Águila eléctrica azul, 10 sep). Una visión clara, una mente relajada y abierta es lo que queremos activar a través de nuestra meditación. No creerle todo pero si observarla todo el tiempo. Observar el mundo con la pantalla de lo sagrado nos puede hacer sentir esa conexión con él. Vincularnos con aquello que sabemos que nos conecta, nos ubica en la sacralidad de cada instante.
La forma de actuar o servir mejor es desde nuestra luz (Guerrero autoexistente amarillo, 11 sep), la cual ha sido renovada en esta Semana Santa que pasó junto con la OE del Sol. Y recordamos que es para compartirla, para iluminarnos a nosotros y a otros. Ser intrépidos y audaces, dejarnos llevar por la guía del Guerrero interno, levantar la voz o quitarnos del camino, lo que sea pero inspirados desde la inteligencia de lo sagrado.
Lo que nos conecta con nuestro poder personal y nos centra está aquí, en la Tierra que vivimos (Tierra entonada roja, 12 sep). No hay que ir a ningún sitio que no sea donde estamos para sincronizarnos y evolucionar. No hace falta mas que lo que ya tenemos para ser felices y seguir creciendo. Tu poder está en reconocer esto tan simple. Nada no nadie te conectará con tu propia evolución, sólo basta navegar tu camino en amor y aceptación de quien eres.
Nos organiza un poder superior (Espejo rítmico blanco, 13 sep). Es una elección personal rendirse y abrirse a un orden divino, es dejar entrar lo sagrado a su lugar propio, ceder los derechos del ego, al corazón. Así nos convertimos en Espejos que reflejan al cosmos, en canales limpios que simplemente se reconocen a si mismos como parte sagrada de la creación sagrada. Encuentra qué te da esa sensación de alineación con la divinidad y ríndete a ella.
Escuchar la voz del corazón, de la propia energía nos eleva a la vibración de lo sagrado (Tormenta resonante azul, 14 sep). No hacen falta más Tormentas para recordar quienes somos, hace falta resonar con lo que se presenta, tomar todo y exprimirle lo sagrado. Que todo nos puede llevar a una autogeneración y a la sanación de las heridas que aún están abiertas.
Integramos la luz que contenemos (Sol galáctico amarillo, 15 sep). Vamos a vibrar todo lo que pensamos, hablamos y hacemos, desde la luz y no desde el ego. Vamos a elevarnos a nosotros mismos pues! Es hora de generar armonía para vivir en vez de esperar que algo o alguien nos la proporcione. Llegó el momento de creer en nosotros mismos y en nuestra capacidad de iluminarnos. Todo se trata de amor, de compasión y de compartir. Deja que tu Sol brille.
Expande aquello que te nutre (Dragón solar rojo, 16 sep). Comparte lo que a ti te ha conectado con lo sagrado. Vamos a convertirnos en seres nutritivos para otros seres, a hacer crecer ideas nutritivas y recorrer nuestros caminos desde las ganas de vibrar alto. Dar entrada a nuevas experiencias ampliará nuestros espacios sagrados.
Respira lo sagrado a cada instante (Viento planetario blanco, 17 sep). Encuentra la calidad sagrada de cada cosa, conecta con la expresión perfecta de todo lo que hay. Hay un aliento divino que nos mantiene vivos y nos enseña que cada inhalación y exhalación son oportunidades de experimentar la perfección y la manifestación de nuestros deseos del corazón. Observa tu camino, hónralo y sigue recorriendo buscando la conciencia en cada respiración como la clave para permanecer aquí y ahora.
Lo que nos libera habita en nosotros mismos (Noche espectral azul, 18 sep). En realidad hay un mundo abundante de liberación y sólo basta con mirar adentro. Conectar con nuestros sueños nos vuelve libres y nos conecta a lo sagrado. Déjate ir a tu silencio interior y ahí encontrarás tu paz. No hace falta nada de afuera para conocer y amar tu adentro.
Cooperamos con la manada floreciendo nuestros dones (Semilla cristal amarilla, 19 sep). Desplegar todo lo que somos sin reservas es justo lo que nuestra comunidad necesita. Dedicar nuestra parte sagrada (o sea todo) a la manada nos eleva a todos. Somos la semilla individual que se conecta por la tierra y las raíces a una colectividad y si vibramos alto, elevamos la vibración de todos. Sigue sembrando sacralidad, atención, conciencia.
Trascendemos honrando nuestros trajes espaciales (Serpiente cósmica roja, 20 sep). Reconocer lo sagrado y perfecto de nuestros cuerpos como vehículos para esta experiencia, nos va a relajar y poner contentos! Escucha el mensaje del cuerpo: nada perdura salvo la eternidad que tú eres, la que habita este espacio. El cuerpo tiene vigencia, pero no el ser. Reconoce la fuerza vital que inspira cada respiración, que te manda por el camino que has elegido, que está ahí, sagrada, dando latidos en tu pecho, es la vida que te vive y es perfecta como es.
Buen viaje!
In Laakech
sábado, 9 de agosto de 2014
Baralho de Oswald Wirth
Oswald Wirth (1860, Brienz, Cantão de Berna - 1943) era um ocultista suíço, artista e autor de livros, tais como, “The Tarot dos Magos” (“O Taro dos Magos”), livro em que contribuiu para os estudiosos de Tarot, principalmente, pelo ponto chave deste livro: a exploração astronômica, ao invés de se restringir a Astrologia, em suas associações com Arcanos Menores.
Ele estudou o esoterismo e simbolismo com Stanislas de Guaita, e em 1889 ele criou um conjunto de trunfos de Tarot baseado no baralho de Marselha. Seus interesses também incluíram a Maçonaria e Astrologia. Assim, também fez uma correspondência com as letras hebraicas.
Bem, abaixo segue o baralho de Oswald Wirth:
Referências:
Baralho de WAITE
O BARALHO DE WAITE
(by Arthur Edward Waite & Pamela Colman-Smith)
O Nova Yorquino (USA), Waite, Arthur Edward, é mais conhecido como o co-criador do popular e amplamente utilizado baralho ocidentalTarot Rider-Waite. Que normalmente vem acompanhado de um livro do mesmo autor, denominado “A Chave para o Tarot”.
Foi publicado em 1909. Republicado em forma expandida no ano seguinte, 1911, como “A Chave Pictorial ao Tarot”, um guia para leitura de Tarot. O tarô Rider-Waite-Smith foi notável por ser um dos primeiros tarots a ilustrar todas as 78 cartas totalmente, além de os 22 Arcanos principais.
Da Golden Dawn, Pamela Colman Smith foi quem ilustrou os Arcanos para Waite.
Arthur Edward Waite
(2 de outubro de 1857 - 19 de maio de 1942 ou 1947)
Ele em duas fases de vida
Juntou-se à Ordem Hermética da Golden Dawn (Aurora Dourada) em janeiro 1891 depois de ser introduzido por EW Berridge, onde continuou com seus escritos ocultos, traduzindo manuscritos acadêmicos e editando um Jornal de Ocultismo. Quando a Aurora Dourada se rompeu em 1900, Waite tornou-se maçom em 1901, e entrou para a Societas Rosicruciana em Anglia em 1902.
A Golden Dawn foi dilacerado por rixas internas até a partida de Waite em 1914, período em que iniciou suas próprias Ordens: primeiro, a Ordem Retificada da Aurora Dourada, em 1904, Waite efetivamente tornou-se chefe de um grupo dissidente em 1903, modificando o seu nome à Sagrada Ordem da Golden Dawn (ou, possivelmente, o Rito Retificado Independentes e da Golden Dawn). Outros membros discordaram com seu foco no misticismo sobre magia, e grupos rivais, como a Stella Matutina (Estrela da Manhã), também surgiram (este último com a Golden Dawn membro poeta William Butler Yeats). AGolden Dawn foi ainda mais dilacerada por problemas internos. Por esse tempo havia uma meia dúzia de ramificações da Golden Dawnoriginal, alguns ainda em existência ou ter dado origem a organizações. E depois tendo formado a Irmandade da Rosa Cruz, não deve ser confundida com a Societas Rosicruciana, em 1915, foi influenciado pelos escritos de Eliphas Levi, que o inspirou a iniciar uma carreira no exame acadêmico e a popularização das filosofias ocultas e místicas. Por esse tempo havia uma meia dúzia de ramificações da Golden Dawn original e como um todo nunca se recuperou.
Waite passou o resto de sua vida pesquisando e escrevendo a respeito de diversos assuntos ocultos e herméticos, tendo se especializado na história da Maçonaria. Auxiliou no desenvolvimento do famosobaralho de Tarô de Rider-Waite e escreveu diversos livros que ainda são populares atualmente.
Como seu biógrafo, RA Gilbert descreveu-o, "nome de Waite sobreviveu porque ele foi o primeiro a tentar um estudo sistemático da história do ocultismo ocidental - visto como uma tradição espiritual e não como aspectos da proto-ciência ou como a patologia da religião."
Waite foi um autor prolífico, com muitas de suas obras sendo bem recebido nos círculos acadêmicos. Escreveu textos sobre temas ocultistas, incluindo adivinhação, esoterismo, rosacrucianismo, maçonaria, e magia cerimonial, Cabala e alquimia, ele também teve traduzido e reeditado vários importantes trabalhos místicos e alquímicos. Suas obras sobre o Santo Graal, influenciado por sua amizade com Arthur Machen, eram particularmente notáveis. Um número de seus volumes permanecem na impressão, O Livro de Magia Cerimonial (1911), A Santa Cabala (1929), A Nova Enciclopédia da Maçonaria (1921), e sua tradução editada de Eliphas Levi Magia Transcendental, a sua Doutrina e Ritual (1896).
Aleister Crowley, inimigo de Waite, que se refere a ele como um vilão Arthwate em seu romance Moonchild e se referiu a ele em sua revista Equinox. Lovecraft tem um assistente de vilão em seu conto "A Coisa na soleira da porta" chamada Efraim Waite, de acordo com Robert Preço M. esse personagem foi baseado em Waite.
Opiniões sobre o Tarot
Seus primeiros livros, papéis e baralho de tarô parecem mostrar sua aceitação precoce de correlações Golden Dawn, incluindo correlações com letra hebraica. Em 1923, no entanto, ele pode ter abandonados ou de outras formas modificado seus pontos de vista, com um comentário na introdução que escreveu para Stenring de Sefer Yetzirah , no qual ele afirma que:
“Não estou a ser incluído entre aqueles que são satistfied que existem correspondências válidas entre letras hebraicas e símbolos Tarot”
Isso pode simplesmente mostrar que, com seu cada vez mais místico, mais do que mágico-literal envolvimento, ele considerou correlações com a letra hebraica para ter mais conexões "espiritual" intrínsecas ao Tarot.
A biografia deste autor se encontra no seguinte endereço abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Edward_Waite
e o livro:
http://pt.scribd.com/doc/3207484/Arthur-Edward-Waite-Taro-A-Sorte-pelas-Cartas
Outros trabalhos
Waite, Edward, Iniciações Ordem Interna e Externa da Ordem Sagrada da Golden Dawn, Canadá:. Burnaby, 2005 ISBN 0-9735931-7-2.
Waite, Arthur Edward, Israfel: Letras, Visões e Poemas , Londres: Allen, 1886.
Waite, Arthur Edward, A Nova Enciclopédia da Maçonaria (Ars Magna Latomorum) e de Cognato Mistérios Instituído: seus ritos, Literatura e História , New York:. Livros Wings, 1994 ISBN 0517191482.
Waite, Arthur Edward, teorias sobre a autoria dos manifestos rosacruzes, Whitefish, MT:. Kessinger Publishing, 2005 ISBN 1425332900.
Waite, Arthur Edward, A Igreja Oculta do Santo Graal: suas lendas e Simbolismo. Considerado em sua afinidade com certos mistérios da Iniciação e outros vestígios de uma tradição secreta em Times Christian, Amsterdam, Países Baixos:. Fredonia Livros, 2002 ISBN 1589639057.
Resumindo, Teosofista, mas foi influenciado, principalmente, pelos escritos de Eliphas Levi, que o inspirou a iniciar uma carreira no exame acadêmico e a popularização das filosofias ocultas e místicas. Waite entrou para a Aurora Dourada em 1891. Continuou com seus escritos ocultos, traduzindo manuscritos acadêmicos e editando um jornal de Ocultismo. Quando a Aurora Dourada se rompeu em 1900, Waite tornou-se maçom e iniciou suas próprias Ordens: primeiro, a Ordem Retificada da Aurora Dourada, em 1904, e depois a Sociedade da Cruz Rósea, em 1915. Waite passou o resto de sua vida pesquisando e escrevendo a respeito de diversos assuntos ocultos e herméticos, tendo se especializado na história da Maçonaria. Auxiliou no desenvolvimento do famoso baralho de Tarô de Rider- Waite e escreveu diversos livros que ainda são populares atualmente.
Outros trabalhos
Waite, Edward, Iniciações Ordem Interna e Externa da Ordem Sagrada da Golden Dawn, Canadá:. Burnaby, 2005 ISBN 0-9735931-7-2.
Waite, Arthur Edward, Israfel: Letras, Visões e Poemas , Londres: Allen, 1886.
Waite, Arthur Edward, A Nova Enciclopédia da Maçonaria (Ars Magna Latomorum) e de Cognato Mistérios Instituído: seus ritos, Literatura e História , New York:. Livros Wings, 1994 ISBN 0517191482.
Waite, Arthur Edward, teorias sobre a autoria dos manifestos rosacruzes, Whitefish, MT:. Kessinger Publishing, 2005 ISBN 1425332900.
Waite, Arthur Edward, A Igreja Oculta do Santo Graal: suas lendas e Simbolismo. Considerado em sua afinidade com certos mistérios da Iniciação e outros vestígios de uma tradição secreta em Times Christian, Amsterdam, Países Baixos:. Fredonia Livros, 2002 ISBN 1589639057.
O Baralho de Waite:
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